Um grupo de 50 voluntários ofereceu-se, esta segunda-feira, para ajudar nas buscas da pequena Madeleine, desaparecida desde quinta-feira à noite perto de Lagos. Entretanto, a policia já recusou a ideia de que o possível raptor seja inglês.
Um grupo de 50 voluntários ofereceram, esta segunda-feira, os seus serviços à GNR para ajudar a encontrar a menina inglesa que desapareceu quinta-feira à noite de um complexo turístico da Praia da Luz, perto de Lagos.
«Regista-se com muito agrado aquilo que já desde o inicio se percebeu, uma grande consternação e solidariedade por parte de toda a comunidade local», que esta segunda-feira «foi corporizada através da apresentação de um grupo de 50 voluntários que foram entregar os seus serviços à GNR», disse à TSF o presidente da Câmara de Lagos.
Júlio Barroso acrescentou que o objectivo desta mobilização é ajudar na continuação das «buscas que têm vindo ingloriamente a ser feitas pelo concelho e que ultimamente» têm sido alargadas.
No primeiro dia de investigações, as buscas realizaram-se num perímetro de cinco quilómetros, ao passo que agora já se estão a realizar num espaço de 15 quilómetros, com vista a «palmilhar todo o território» e «procurar qualquer vestígio que possa levar à descoberta» de Madeleine McCann, acrescentou o autarca.
Entretanto, uma fonte policial disse à agência Reuters que a notícia avançada por alguns jornais de que o alegado raptor da criança seja inglês é «pura especulação».
A policia escusou-se, no entanto, a comentar o facto de a televisão britânica Sky News e o jornal Times estarem a avançar que a policia está a seguir a pista de que um homem visto a arrastar uma criança em direcção à marina de Lagos.
Para esta segunda-feira, espera-se que as autoridades policiais voltem a fazer um ponto da situação sobre as investigações.