Os CTT lançam, esta terça-feira, um serviço que vai permitir a todos os cidadãos e empresas ter uma caixa electrónica postal. A adesão ao ViaCTT é gratuita, devendo ser alargada proximamente a quarquer das mil estações de correio existentes no país.
Os CTT lançam, esta terça-feira, um novo serviço que permite a todos os cidadãos e empresas ter uma caixa de correio electrónica
A adesão ao serviço ViaCTT, que estará disponível no portal www.viactt.pt ou através do número 808202029, é gratuita, dado que quem paga são as empresas que enviam a correspondência para o utilizador.
«Para aderir ao serviço, a pessoa tem de preencher uns dados que lhe permitem a identificação da sua caixa. Há uma caixa para cada português, que pode decidir usá-la ou não», explicou à TSF, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
Mário Lino explicou ainda que a entidade que envia a carta entrega aos correios sob a forma de um CD, por exemplo, sendo que os correios colocam esssa carta na caixa de correio electrónica a quem se dirige.
«A pessoa abree a caixa de correio e vê a carta. Pode responder por essa via, podendo depois arquivá-la. Este serviço funciona para bancos, despesas ou outras cartas. Em qualquer parte do mundo tem acesso à caixa», acrescentou.
A principal vantagem do serviço, que contará com 10 milhões de caixas, é a capacidade de agrupar várias facturas electrónicas, extractos bancários e outros documentos num sítio.
Mário Lino adiantou ainda que o novo serviço permitirá reduzir custos e aumentar a rapidez e a eficiência por parte daqueles que enviam as cartas.
«Para quem recebe é é mais cómodo e seguro, porque só os correios é que têm acesso a essa caixa para lá meter as coisas e só o utilizador é que a abre», concluiu.
Numa primeira fase, o serviço ViaCTT estará disponível no portal, sendo depois alargado a qualquer uma das mil estações de correio do país.
Este serviço faz parte do programa de simplificação e combate à burocracia na Administração Pública (Simplex) e está incluído no Plano Tecnológico, lançado em Novembro pelo actual Governo.