A jornalista Cristina Lai Man, com a reportagem "Esperança de Vida" transmitida na TSF, é distinguida terça-feira com o principal galardão da 8ª edição do Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença.
A repórter da rádio de informação da Global Notícias irá receber um prémio monetário de 15 mil euros, montante oferecido pelo principal patrocinador desta iniciativa da Assistência Médica Internacional (AMI), o grupo Banco Espírito Santo (BES).
A 8ª edição do Prémio AMI vai ainda atribuir menções honrosas a quatro peças jornalísticas «pelo seu mérito e pela sua qualidade», referiu a organização em comunicado.
O júri do prémio decidiu distinguir os jornalistas Ana Sofia Fonseca, pelo trabalho "Show de Bairro" publicado na revista Grande Reportagem, e Henrique Botequilha e Gonçalo Rosa da Silva, da revista Visão, pelo desenvolvimento da foto-reportagem "Angola".
João Paulo Baltazar, da TSF, é outro dos jornalistas galardoados com uma menção honrosa, pela peça "Deste Mundo e do Outro", assim como Luís Miguel Loureiro, da RTP Porto, com a reportagem "Flutuante".
Todos os premiados - Primeiro Prémio e Menções Honrosas - vão receber uma peça de escultura da autoria de João Cutileiro, bem como um diploma alusivo ao galardão.
No total, a 8ª edição do Prémio AMI teve a concurso 55 trabalhos de 36 jornalistas, envolvendo as áreas de imprensa, rádio e televisão.
A entrega dos galardões está agendada para terça-feira, às 16:00, uma cerimónia que será presidida por Adriano Moreira.
A par do BES, a iniciativa da AMI conta com apoio do Metropolitano de Lisboa.
A AMI lançou este prémio anual em Fevereiro de 1999 com o objectivo de incentivar a abordagem jornalística de temas fulcrais para o futuro da humanidade, combatendo a intolerância a indiferença.
Desde 1999 concorreram já a este prémio um total de 87 jornalistas.