A Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais não gostou do diagnóstico negativo feito pelos bombeiros chilenos que dão formação aos portugueses. Segundo Fernando Curto, o relatório não abordou questões essenciais.
Os líderes das associações de bombeiros não gostaram do diagnóstico feito, esta terça-feira, pelos sapadores chilenos que dão formação aos portugueses.
Segundo o relatório dos técnicos, Portugal tem meios para combater os incêndios florestais, mas recorre a muita água e pouco às ferramentas manuais.
Em declarações à TSF, Fernando Curto, da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, considerou que os bombeiros chilenos passaram ao lado das questões essenciais.
«É importante saber se nesse relatório estão versadas as situações do equipamento individual dos bombeiros, a rendição, o comando, ou seja, tudo aquilo que tem a ver com uma batalha a sério: os bombeiros de um lado e o fogo do outro», defendeu.
Antes, Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros, tinha igualmente demonstrado desacordo com o relatório, sustentado que os chilenos fizeram mal as contas.