O primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, ordenou, este domingo, a continuação da construção do «muro» da Cisjordânia, apesar do parecer do Tribunal Internacional de Justiça, que considerou a linha de separação ilegal.
Ariel Sharon (na foto) ordenou a continuação dos trabalhos de construção do «muro» na sequência de uma reunião com os seus ministros, dois dias depois do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) ter considerado a linha de separação «ilegal».
Desta forma, o primeiro-ministro israelita deu ordem para que «a luta contra os avisos do TIJ continue através de todos os meios políticos e legais».
Antes, Sharon tinha considerado o parecer do TIJ «imoral» e de ter acusado o principal órgão judicial da ONU de ter «apadrinhado» moralmente o atentado ocorrido, este domingo, em Telavive.