Guilherme d'Oliveira Martins garantiu que vai ser independente na presidência do Tribunal de Contas. O ex-ministro das Finanças, que assegurou a reserva nos seus comprometimentos políticos, disse que vai procurar a colaboração com o parlamento.
Guilherme d'Oliveira Martins assegurou que vai ser rigorosamente independente enquanto estiver à frente do Tribunal de Contas, garantindo que os seus contactos políticos serão naturalmente reduzidos a partir de agora.
Em declarações à TSF, o deputado socialista recordou que a «independência do Tribunal de Contas é algo de essencial», o que justifica a tomada de atitudes que anunciou.
«Iniciar-se-á agora uma nova fase da minha vida, onde os comprometimentos políticos deverão naturalmente ficar reservados, uma vez que não pode haver qualquer dúvida relativamente à isenção e competência do Tribunal de Contas», frisou.
O antigo ministro da Educação e das Finanças fixou ainda a colaboração com o parlamento como uma das suas metas, a par da credibilização das contas públicas, para a qual entende que deve haver «celeridade no julgamento e total transparência».