O líder do PP recusa qualquer ilação destas eleições em relação ao Governo. Para Paulo Portas, «um país que maioritariamente se abstém não é um país maioritariamente mobilizado nem para castigar, nem para apoiar».
Para Paulo Portas seria «ilógico transformar estas eleições naquilo que não são». Qualquer ilação sobre a acção do Governo deve ser tirada em 2006.
O líder do PP referiu ainda que tendo em conta o nível da abstenção, o resultado não serve para «castigar nem para apoiar» o Governo.
Paulo Portas adiantou que entre os abstencionistas há muitos eleitores da coligação e que é preciso levar essas pessoas a apoiar o Governo.
Portas felicitou o PS pela vitória e agradeceu aos candidatos eleitos da lista da coligação «Força Portugal» por terem dado a cara «no momento mais difícil da legislatura».