O Ministério da Administração Interna e a GNR estão a realizar contactos intensos com as autoridades britânicas e as forças britânicas no Iraque, com vista à libertação do jornalista Carlos Raleiras.
O ministro da Administração Interna e o comandante-geral da GNR estão a realizar intensos contactos com as autoridades britânicas e as forças britânicas no Iraque com vista à libertação do jornalista Carlos Raleiras, raptado no Sul do Iraque, sexta-feira de manhã.
A garantia foi dada pelo major Matos Sousa, das Relações Públicas da GNR, justificando desta forma a ausência de Figueiredo Lopes e Mourato Nunes da conferência de imprensa que foi marcada para as 20:00 de sexta-feira no comando-geral da GNR.
O jornalista da TSF seguia na coluna de jipes de jornalistas portugueses que foi atacada no Iraque. Tudo aconteceu junto à localidade de Marditz, já próximo de Bassorá, pouco depois das 8:00 de sexta-feira, hora de Lisboa.
O porta-voz da GNR considerou ainda que os jornalistas portugueses não foram imprudentes, mas antes que «se arriscaram para fazer o trabalho deles».
A enviada especial da SIC, Maria João Ruela, foi baleada numa perna, tendo sido entretanto submetida a uma operação cirúrgica.
O repórter de imagem da SIC, Rui do Ó, que seguia também no jipe alvejado, escapou ileso.
A coluna atacada esta manhã era composta por três jipes: no primeiro seguia o enviado da TSF com a equipa da SIC; Noutro, a equipa da RTP com a enviada da Rádio Renascença e num terceiro veículo, a equipa de reportagem da TVI com a jornalista do Público.
A coluna foi interceptada por homens armados. O jipe da RTP conseguiu escapar. Já chegou a Bassorá. O veículo da TVI também conseguiu fugir.