Os 35 anos de festivais de Verão em Vilar de Mouros estão descritos numa obra de Fernando Zamith, a lançar sexta-feira. O museu é outro projecto para não deixar perder as memórias deste evento fundado por António Barge.
Histórias inéditas, memórias e imagens de concertos estão reunidas no livro «Vilar de Mouros, 35 anos de festivais», de Fernando Zamith.
A obra, que é lançada sexta-feira em Matosinhos, pretende ser uma homenagem ao seu fundador, António Barge, falecido no ano passado.
«Vilar de Mouros, 35 anos de festivais» reúne testemunhos de três gerações de organizadores, histórias de bastidores e outras oficiais sobre todos os festivais.
O livro apresenta uma descrição cronológica de todos os festivais realizados na aldeia de Vilar de Mouros, começando por um festival infantil realizado em 1937.
Fernando Zamith, jornalista da Agência Lusa e professor na Universidade do Porto, admite que no futuro poderá ser criado um museu em Vilar de Mouros.
A ideia é mostrar ao público o espólio dos festivais, desde fotografias, cartazes, bilhetes, recortes de imprensa e quadros pintados por vários artistas que actuaram nos festivais.