Publicado por ruitukayana em
19 de Ago de 2009
Quando o iPhone 3GS foi apresentado, o que saiu da minha boca foi um pequeno bocejo. Fiquei com a impressão que a nova incarnação do iPhone não era assim tão interessante quanto isso e que a Apple estava numa altura da vida em que tinha outras preocupações.
Na apresentação do novo equipamento a Apple fazia ver que o novo iPhone tem um processador mais rápido, mais velocidade no acesso à internet por banda-larga, mais espaço disponível, uma câmara fotográfica melhor e mais umas coisinhas. Coisas boas, é certo, mas na altura pareceu-me que para todos aqueles que já têm um bichinho destes não seriam assim tão interessantes.
Ora, agora que já ando com um iPhone 3GS há cerca de 3 semanas devo dizer que acho que me precipitei na primeira apreciação.
Câmara Fotográfica
A máquina fotográfica do iPhone 3GS foi melhorada em relação ao iPhone anterior. Agora conta com 3MP. Deixo aqui um comparativo entre as duas. As da esquerda são as do iPhone 3GS. Clicando nas imagens chega-se ao original.




Mas a nível do software também há novidades. Para além da autofocagem, no novo iPhone quando se está a tirar uma foto, aparece um pequeno quadradinho que permite focar essa zona, mesmo que seja num dos cantos da imagem. Nas duas fotografias seguintes percebe-se bem o efeito dessa focagem. Na primeira foquei as flores, na segunda o carro.


Atenção que as duas fotografias foram tiradas contra-luz. O iPhone consegue perceber isso e reage de acordo, consoante o ponto de focagem.
Outra coisa bem interessante é que finalmente o iPhone pode fazer vídeos. Até que enfim. Neste caso, o que espanta é que é possível, fácil e bem rápido editar o video que foi feito. Basta encurtar a barra superior, que nas fotografias seguintes aparece a amarelo e depois é só carregar no botão. Para dar uma ideia da qualidade deixo aqui o vídeo original e a versão editada.


Mais Espaço: 32GB
Para que é que estes 16GB a mais poderão servir? Para além de mais músicas ou mais vídeos, servem para instalar mais programas. À medida que o tempo passa, esta perspectiva parece-me ter uma importância maior. No caso, por exemplo, da navegação por GPS os mapas têm de ficar instalados no iPhone e por isso convém ter espaço q.b.
HSDPA 7.2
Na nova geração de PDAs e Smartphones a ligação à internet é importantíssima. No iPhone 3GS esta ligação é feita através da tecnologia HSDPA e está uns bons megabits por segundo acima do antecessor. Ora vejam lá:
Velocidade
Quando o mostrou pela primeira vez, a Apple disse que o iPhone 3GS é duas vezes mais rápido que o antecessor. Um exagero dos grandes.
Mas mesmo assim, estou cada vez mais fã do novo processador. A marca da maçã nunca gostou de partilhar as especificações dos seus aparelhos, mas o que se diz é que o CPU do iPhone 3G corre a 412MHz; já o do iPhone 3GS acredita-se que trabalha a 600MHz. Além disso, tem outras características técnicas (tão tecnicas que eu nem vou falar delas em pormenor) que lhe dão mais desempenho e agilidade no processamento dos dados. Seja como for, posso dizer quesão ao nível dos gráficos e da memória.
Ora, logo ao sair da caixa, e depois de o ligar, percebe-se que tudo acontece quase instantaneamente. A qualquer toque no ecrã a reacção é imediata e é só sorrisos. Mas a verdade é que não é aí que ter mais velocidade de CPU é importante. Essa importância espelha-se de uma forma muito mais evidente em aplicações que puxam pelos recursos do iPhone.
É o caso de muitos jogos, como o Civilization Revolution que não é muito puxado em termos de gráficos, mas obriga o processador a fazer muitos cálculos. Aqui, coloquei frente a frente as duas gerações do iPhone e o mais novo ganha de longe.
No caso seguinte, a meio de um jogo a diferença é ainda mais evidente, mas há que lembrar que como o desenrolar dos jogos não foi igual nos dois iPhones, o vídeo pode ser injusto para o iPhone mais antigo. Seja como for, não me parece pois é SEMPRE assim.
Bateria e mais umas coisas
A Apple diz que a autonomia do iPhone 3GS é ligeiramente superior à do antecessor. Por mim, não vi grandes diferenças, mas foi um teste a olhómetro.
A olho também detectei ainda uma outra diferença: o ecrã. Apesar de tudo se manter igual, a verdade é que quando está desligado nota-se que o ecrã é ligeiramente mais claro do que o do iPhone. Segundo li, é porque o ecrã do novo iPhone tem um tratamento qualquer anti-dedadas. Por acaso parece-me que é mesmo assim. Continuam-se a ver os rastos dos dedos mais gordurosos, é certo, mas menos. Além disso, parece ainda mais reactivo, mas isso pode ser do aumento de velocidade do processador.
É fácil notar ainda uma outra coisa. A imagem que sai do ecrã do novo iPhone é ligeiramente amarelada. Não é nada que incomode, mas nesse sentido gosto mais do iPhone 3G.
Desde que foi lançado houve também alguma polémica porque há quem se queixe que ele aquece em demasia. Ora, aquecer em demasia parece-me um exagero. Apesar disso, é verdade que aquece mais do que o 3G.
Considerandos
Há duas formas de olhar para o iPhone 3GS.
A primeira é a daqueles que não têm um iPhone e querem ter um. A esses digo: mas há dúvidas?!?! Não há iPhone melhor do que este!!!
Depois, há aqueles que como eu já têm um iPhone 3G. Aí o caso muda de figura. Valerá a pena o investimento? Confesso que não tenho uma resposta concreta para dar. Os mais endinheirados podem avançar sem remorsos para a compra, mas a grande maioria vai abster-se de o fazer. Acho perfeitamente lógico que o façam. O aumento da velocidade é muito bem-vindo, as novidades na câmara também valem a pena, mas para além disso, o novo iPhone pouco mais tem para mostrar.
Apesar disso quero novamente chamar a atenção para a questão das melhorias no desempenho. É que se é para instalar um programa para navegação por GPS, ou se é para jogar a sério e como se não houvesse amanhã, então o melhor é megulhar de cabeça e esquecer a crise!
Nota 1:
Em tempos testei o iPhone 3G. Esse sim, foi um teste mais a fundo. Está aqui e recomendo a leitura a quem está a pensar comprar um iPhone. Sobre o sistema operativo iPhone OS 3.0 que saiu um ano depois, falei aqui, aqui e aqui assim.
Nota 2:
Por questões logísticas vou continuar com este bichinho durante mais uns dias. Espero que a sra. Vodafone não leve a mal. Quem tiver dúvidas, sugestões ou mesmo algum comentário, pode mandar-me um mail ou, depois de se registar, comentar aqui no site. Se der para abordar o assunto neste texto, tanto melhor!
Etiquetas: iPhone, Review, 3GS
1 comentário(s)
Publicado por ruitukayana em
11 de Ago de 2009
Quando se soube que a Google estava prestes a
lançar um sistema operativo para os telemóveis mais avançados, fiquei
expectante. A gigante da internet prometia muita coisa interessante,
como uma forte aposta na ligação à internet e no sincronismo das contas.
Outra
coisa que na altura (e já lá vai mais de ano e meio) gostei de ler foi
a "abertura" do sistema operativo. O que isto quer dizer é que a Google
oferece às construtoras um sistema operativo pronto a funcionar, mas
que elas podem alterar um pouco se entenderem. Isto tem várias
leituras, mas uma das que mais me motivou foi o facto de permitir que
sejam várias as marcas a fazer smartphones Android e a outra (e
principal) é que se as fabricantes de telefones não têm que pagar pelo
sistema operativo então é de esperar que isso seja reflectido no preço
final.
Infelizmente não é. Ou se é, não é tanto quanto eu gostaria.
Tomemos
o exemplo português. Por aqui pode-se comprar o HTC Magic via TMN ou
Vodafone. Ambas as operadoras o vendem (sem subsídios e subscrições) a
€449,90. Ou seja, há outros smartphones touchscreen com um preço desta
ordem de grandeza e até mais baratos.
Mas enfim, antes que eu
continue para aqui com o meu queixume (tenho mais uma forte razão de
queixa) vamos conhecer um pouco melhor o primeiro smartphone com ADN da
Google a ser vendido em Portugal.
Chama-se HTC Magic e a incarnação que pude conhecer é a da Vodafone.
Por fora:
Em
termos de design pode-se dizer que o Magic é elegante. Bem mais do que
o seu antecessor (que não chegou a ser vendido em Portugal). Em relação
a ele perdeu, sobretudo, o teclado físico e alguns milimetros de
espessura. Para quem gosta de teclados esta troca pode não compensar,
mas esta nova tecnologia de ecrãs é bem mais fácil de usar do que
aquela que obriga a sacar de uma caneta sempre que se quer usar o ecrã
do smartphone, por isso a troca pode não ser assim tão complicada.

Também
não faltam botões. Aliás, diria mesmo que este smartphone tem botões a
mais, mas a HTC quis assim. A meu ver eles estão lá porque o Android
ainda precisa de algumas alterações de forma a funcionar benzinho. E a
HTC, nunca fiando, optou por pô-los lá.

Há ainda uma bolinha,
ao estilo Blackberry que permite navegar pelos ecrãs. Ora, se o ecrã é
touchscreen, ou sensível ao toque (se preferirem em português) então
para que raio quero eu andar a fazer a bolinha girar? Não percebi.
Neste caso acho que é apenas para piscar o olho aos donos de
Blackberries, mas é totalmente desnecessária.

Falta-lhe uma entrada minijack 3.5mm.
Por
outras palavras, o auricular funciona através da porta USB, o que é uma
mania estúpida que a HTC tem vindo a aplicar. Refira-se que outras
fabricantes fazem coisas do género, a HTC não é a única a ir por este
caminho sem sentido nenhum.
Por Dentro:
Vou
passar olímpicamente ao largo disto. É um Smartphone, tem um
processador e memória equiparável a tantos outros. Se em termos de
espaço for pouco (e é natural que seja) então tem um slot microSD onde
se pode inserir um cartão destes e ter mais uns Gigabytes para MP3 e
vídeos.
Tem GPS, WiFi, Bluetooth e ligação à internet por banda larga móvel. Todas as especificações estão aqui.
O Software:
É
aqui que se esperam grandes diferenças em relação a outros smartphones.
Devo confessar-me um entusiasta dos serviços da Google. Uso
constantemente o Gmail, o Google Talk, o Google Calendar e o Google
Docs. Repito: constantemente.
Por isso, quando peguei no HTC Magic esperava grandes coisas vindas do Android.
A
ligação à internet (via WiFi ou 3G) é quase mandatória. O HTC Magic e
qualquer outro smartphone com o Android deixa de fazer sentido sem uma
ligação à world wide web. Se o que procura não é propriamente um acesso
imediato aos seus emails e websites, então o Android não é a melhor
opção.
Devo admitir que não estou totalmete satisfeito com este
sistema operativo. O Android foi apresentado à cerca de um ano, já vai
na segunda versão mas mesmo assim ainda não é o que eu estava à espera.
Já avançou muito, é verdade! Está mais bonito e tem vindo a ser
melhorado, mas ainda não é o que procuro.
Explico já o que me deixou tão desolado:
Li
que na primeira versão do Android, o utilizador tinha de ter uma conta
no Google para tomar partido do telefone. Na altura pensei: e rapaziada
como eu, que tem duas ou mais (tenho cinco) contas no Google que usa
com regularidade (uso três)?
Pensei que na versão seguinte do Android esta coisa ficaria resolvida. Enganei-me.
Sendo
assim posso usar o Google Talk e acompanhar o Gmail de uma das minhas
contas (uso a que utilizo para assuntos da TSF) mas mais nenhuma. Ou
seja, os emails pessoais que recebo noutra conta e os do Mundo Digital
(ainda outra, a terceira de que falava) ficam todos para ler em casa.
Como dizem os Mão Morta na música "Bófia": Ah! Que raiva!
Apesar desta pequena grande contrariedade, a verdade é que muitos dos
que querem o Android devem usar apenas uma conta do Google, por isso
não vão sentir as contrariedades que eu sinto. Faço um esforço e
continuo a circular.
Por outro lado há coisas maravilhosas.
O
sincronismo do telefone com tudo o que temos no Google é uma delas. Um
exemplo é o caso do Google Calendar. Ao adicionar-se um evento ou
editar qualquer coisa na agenda tudo fica actualizado automaticamente.
O mesmo acontece com os contactos. Ao adicionar-se um novo contacto via
o Gmail, por exemplo, o telemóvel tem imediatamente a essas novidades.
O brilhante é que tudo funciona sem darmos conta, sem truques ou qualquer dificuldade.
Como é usa-lo:
É
aqui que as coisas começam a sorrir para a Google. A verdade é que,
mesmo precisando de algumas afinações, o Android é bem interessante.
Inicialmente
tem três ecrãs principais. Para passar de um para o outro o utilizador
tem que deslizar o dedo sobre o ecrã para a esquerda ou direita. Sendo
assim, é como se estivessem os três alinhados lado-a-lado, sendo apenas
possível ver um de cada vez. A coisa funciona bem e é engraçado porque
ao escolher-se um papel de parede que o permita, a imagem é divida
pelos três ecrãs e o efeito é muito engraçado!

O primeiro, o da
esquerda, vem totalmente em branco. Repito: totalmente. É aqui que
podem ser adicionados ícones de programas instalados, por exemplo, mas
também muitas outras coisas. Basta ficar com o dedo sobre o ecrã
durante alguns segundos e aparece uma imensa lista de possibilidades.
Fiquei surpreendido.
O seguinte, é provavelmente aquele que
será mais escolhido pelos utilizadores. Inclui as horas e os ícones que
servem de atalho para alguns programas.

Já o terceiro, o que está mais à direita, na prática é o Google Search e permite fazer buscas na net bem rapidinho. Na imagem acima, aparece não só a busca, mas como dois ícones. Neste caso a imagem junta os ecrãs do meio (com os seus ícones) e o da direita.
Atenção 1:
todos estes ecrãs são configuráveis, não só no que aparece neles, como
também o seu aspecto. Não vou falar disso, mas na net não falta
informação sobre isso.
Atenção 2: É complicado obter imagens directamente do Android, e eu não tive qualquer hipótese de o fazer. Sendo assim tive que me agarrar a algumas imagens que fui encontrando na net para mostrar aquilo de que vou falando.
Em cima de tudo isto, e de uma forma
quase omnipresente, há uma pequena barra que rapidamente se vai tornar
o melhor amigo do dono de um telemóvel com o Android. Ela dá conta das
horas e do estado da bateria entre outras coisas, mas também da chegada
de novos emails / conversas no Google Talk. É a que aparece aqui em baixo.

Isto é
particularmente bem-vindo porque funciona em tempo real. Ou seja,
sempre que alguém nos envia um email, o nosso telemóvel é avisado. O
mesmo acontece com qualquer actualização numa conversa através do
Google Talk (o MSN da Google). Isto é uma maravilha, desde que os
nossos amigos não sejam particularmente conversadores. Aí pode ser um
daqueles casos de virar-se o feitiço contra o feiticeiro.
Já no
fundo das três páginas principais, o que aparece é uma pequena aba que,
se arrastada para cima, dá acesso a todos os programas instalados no
HTC Magic (e em qualquer Android que aí venha).

É por ali que se
encontra o navegador de internet, o calendário, a máquina fotográfica e
de filmar, o Gmail, o Google Talk, os Mapas, mensagens, o leitor de MP3
e ainda os vídeos do YouTube. Na imagem abaixo vêem-se alguns desses ícones e essa "pasta" puxada para cima.

Quando à velocidade com que tudo se processa está tudo muito bem. Rapidinho como se quer e como nem sempre se encontra.
Tira
fotografias (3.2MP) e faz vídeos. Até aqui nada de extraordinário. O
que me deixou mesmo feliz é que ao seleccionarmos um vídeo gravado por
nós, ele pergunta qualquer coisa como quer partilha-lo? Como? Por mail,
gmail, GTalk ou YouTube?


No caso das fotografias a mesma pergunta é feita, mas está lá o Picasa em vez do YouTube.
Uau!
ANDROID MARKET
Quando
a Apple lançou a AppStore para o iPhone, todas os outros sistemas
operativos perceberam que aquele era o caminho certo. Um só local onde
se agregam os programas pagos e gratuitos para uma determinada
plataforma. O resultado é que o Windows Mobile vai ter uma loja do
género, os BlackBerry também e por aí fora.
O Android já tem.
Chama-se Android Market e não me parece grande coisa. É verdade que são
destacados alguns programas, mas eu gostava de saber quais são os mais
populares, ou os mais vendidos e depois gostava que estas categorias se
dividissem em pagos e gratuitos. Para já, está tudo tudo misturado como se pode ver na imagem seguinte. Seja como for, imagino que mais cedo
ou mais tarde a Google avance por aqui.
Por isso é uma má opinião, mas que a prazo deve mudar.
Deve.
Quanto
ao software que se encontra por ali, há um pouco de tudo, mas apenas um
pouco. Nenhum deles, apesar de tudo, consegue resolver o problema que
descrevi mais acima sobre o facto de ter várias contas no Gmail. Por
outro lado, também não têm o nível visual que se encontra com cada vez
mais facilidade nas aplicações para o iPhone.
Quanto ao número
de aplicações disponíveis, e apesar de dentro de algum tempo haver
muitos telemóveis com o Android, a verdade é que os números das vendas
são muito tímidos em relação ao iPhone, por isso é natural que os
programadores se virem para o mercado das aplicações para o Apple de
bolso.
Voltando às (reduzidas) potencialidades do Android Market refira-se também que, para já, o funcionamento é tão básico que nem sequer se podem ver imagens do programa que estamos a investigar.
PENSAMENTOS FINAIS
Não quero, nem podia ser assim, que este texto seja tomado como uma análise definitiva tanto ao Android como ao HTC Magic. Ficou muito por indagar e quando devolvi este PDA ainda não conhecia o novo sistema operativo a fundo. Seja como for devo admitir que não estou convencido. Ainda não.
A ligação íntima ao Google é muito bem-vinda, mas não chega. É preciso mais e melhor software pago ou gratuito. O que existe actualmente é muito fraquinho.
Quanto ao Smartphone em si, tenho muito pouco a apontar. Gostava que fosse mais fino. Também podia ter menos botões (ao estilo iPhone) mas aí, verdade seja dita, o próprio sistema operativo Android teria que ser alterado para funcionar de maneira diferente.
Gostava ainda de voltar a realçar um ponto importante:
Ao contrário do que acontece habitualmente, a Google oferece de forma gratuita o Android às fabricantes de telemóveis. Ora, não seria de esperar que essa benesse fosse vertida sobre os consumidores finais e não sobre os fabricantes ou operadores? Eu gostava que sim.
EXTRAS
Já agora, ficam aqui alguns wallpapers para os fãs do Android. Clicando nas imagens chegam a uma versão mais grandita. Encontrei-as na net.

Etiquetas: HTC, Android, Review, TESTE, Magic
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