A organização do Festival Intercéltico, de Sendim, congratulou-se pelo facto de ao longo dos anos ter sido possível trazer muita gente a um certame realizado numa vila da «finisterra de Portugal».
A vila de Sendim recebe, a partir desta sexta-feira, o Festival Intercéltico, que oferece não só música, mas também um pequeno curso de iniciação de mirandês.
Em declarações à TSF, Mário Correia, um dos organizadores deste certame, adiantou que o conceito deste festival está relacionado com «países ou regiões que tiveram um passado celta comum».
«Tentámos divulgar as músicas dessas regiões, unindo-as por um desses fios históricos que é o do celtismo, sobretudo como atitude cultural», acrescentou.
Este organizador explicou também que se conseguiu tornar este certame uma «referência nacional e internacional», numa altura em rareiam as «iniciativas desta natureza e envergadura».
Mário Correia descreveu ainda este festival como tendo um «ambiente muito tranquilo, familiar que concilia a aventura, descoberta e viagem».
«Isto é uma finisterra em Portugal. Quando estamos aqui, isto é o fim do país. Pelo celtismo, conseguimos trazer gente a esta terra e parece-me que isto é muito importante e para nós gratificante», concluiu.