A Quercus assinala que foi criada uma polítuca de «preservação de habitats» em vários países da Europa, apesar de não se ter invertido caminho da destruição da biodiversidade.
A Quercus não ficou surpreendida por os ministros europeus da União Europeia terem adiado por uma década o plano para travar o desaparecimento da biodiversidade e que tinha sido delineada em 2001.
Em declarações à TSF, Francisco Ferreira considerou que esta decisão é compreensível, muito embora este ambientalista até entenda que «foi montada toda uma política europeia nomeadamente até de preservação dos habitats mais representativos e significativos nos diversos países».
«A par de alguns países de Leste, é na península Ibérica que a influência do Homem acabou por não ser tão grande e portanto temos uma maior diversidade em relação a outros países da Europa Central», explicou.
Apesar disto, este ambientalista notou que «não temos conseguido inverter este caminho» e que por isso será preciso esperar até 2020 para cumprir os objectivos fixados em termos de biodiversidade em 2001.
Na segunda-feira, os ministros europeus do Ambiente concluíram que não foi possível cumprir estas metas por falta de instrumentos e de aplicação de normas que são incompletas e porque não foi feita a articulação da biodiversidade com outros políticas europeias.