Investigadores divulgaram, esta quinta-feira, os resultados das análises a um velho fossil. Os trabalhos, que demoraram 17 anos, lançam agora uma «nova luz» sobre a evolução da espécie humana.
O esqueleto de uma fêmea encontrado por investigadores na Etiópia, onde viveu há cerca de mais de quatro milhões de anos, tinha um 1,20 de altura, pesava 50 quilos e foi chamado de «Ardi», depois de 17 anos de investigação.
As mãos da «Ardi» mostram que podia subir a árvores, embora não com a desenvoltura dos actuais macacos, e também tinham capacidade para pegar em objectos.
A face de «Ardi» é pequena, para um cérebro também pequeno, os dentes também indicam que não tinha caninos muito grandes, o que segundo os especialistas mostra que não eram agressivos socialmente.