O presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, confirmou hoje que a Assembleia da República ainda não entregou o Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção.
O presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins confirmou, esta quarta-feira, que a Assembleia da República não cumpriu o prazo de entrega do Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção. O prazo terminou há dois meses, mas o Parlamento limita-se a informar que, em breve, fará a entrega do documento.
O Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), a funcionar junto do Tribunal de Contas, aguarda desde o final de 2009 os Planos de Prevenção de Riscos de Corrupção de mais de 60 autarquias, alguns governos civis e forças de segurança, apurou a TSF.
Para além das câmaras municipais, quatro governos civis (Lisboa, Leiria, Guarda e Portalegre), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) são algumas das entidades públicas que gerem dinheiros do Estado e não surgem na lista dos planos entregues no CPC.
Das 900 entidades abrangidas no projecto de combate à corrupção, apenas 708 responderam até à data.