Oliveira e Costa vai manter-se em prisão domiciliária, determinou o juiz de instrução criminal encarregue do caso BPN, revelou fonte judicial à agência Lusa. Esta fonte adiantou que a decisão foi tomada pelo juiz Carlos Alexandre esta segunda-feira à tarde.
Oliveira e Costa vai manter-se em prisão domiciliária, determinou o juiz de instrução criminal encarregue do caso BPN, indicou fonte judicial à agência Lusa.
Segundo esta fonte, esta decisão sobre o futuro do antigo presidente do BPN foi tomada esta segunda-feira à tarde pelo juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal.
Esta fonte confirmou ainda que Oliveira e Costa foi acusado de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, infidelidade (crimes contra o património), aquisição ilícita de acções e fraude fiscal qualificada.
A defesa do ex-banqueiro tem agora 20 dias, a partir da data da notificação, para requerer a abertura da instrução, constentando os crimes de que é acusado.