Paulo Morgado de Carvalho rejeitou, esta quinta-feira, ter ameaçado 22 juristas que trabalham na Autoridade para as Condições de Trabalho e adiantou que a situação laboral daqueles trabalhadores é legal.
Cristina Andrade, da Associação FERVE (Fartos d'Estes Recibos Verdes), denunciou que os 22 juristas não têm contrato de trabalho e acusou Paulo Morgado de Carvalho de os ameaçar quando denunciaram a sua situação laboral.
Em resposta a estas declarações, o Inspector Geral do Trabalho rejeitou ter feito qualquer ameaça, frisando que gostaria que todos aqueles trabalhadores fossam integrados nos quadros.
Paulo Morgado de Carvalho disse que a situação daqueles juristas é legal, porque celebraram «de livre e espontânea vontade um contrato de avença».
O responsável da Autoridade para as Condições de Trabalho acrescentou que os juristas devem apresentar-se a concurso, respeitando as regras.