O presidente do Governo Regional da Madeira esclareceu, esta quinta-feira, que não quer proibir partidos políticos, mas defendeu que, se a Constituição proíbe organizações de ideologia fascista, então também deve proibir o comunismo.
O presidente do Governo Regional da Madeira vai, na próxima semana, ao Parlamento defender que, na próxima revisão da Constituição, seja aprovada a proibição do comunismo
No entanto, esta quinta-feira, em declarações à RTP, Alberto João Jardim explicou a sua proposta.
«Eu não quero proibir partidos. O que eu digo é que, se a Constituição refere que não pode haver organizações de ideologia fascista, então, não pode haver nenhum tipo de fascismo, seja de direita ou de esquerda», argumentou.
«Eu sou pela livre criação dos partidos políticos», acrescentou, sublinhando que «a Constituição, de forma antidemocrática, também proíbe que haja partidos regionais».
«O meu princípio é que é proibido proibir», concluiu o líder do Governo Regional da Madeira.