A Vodafone Portugal admite reduzir este ano um máximo de três por cento dos efectivos, ou seja, cerca de 50 dos 1600 trabalhadores, um ajustamento que a empresa justifica com a maturidade do mercado e com o contexto económico.
«Devido a diversos factores, como a automatização de actividades, a procura de sinergias e a adequação da estrutura a essa maturidade do mercado móvel, estima-se que este número possa vir a atingir cerca de três por cento do total de efectivos», disse à agência Lusa uma fonte oficial da Vodafone.
As empresas «têm que reagir às conjunturas procurando optimizar as suas estruturas em todas as circunstâncias», considerou a mesma fonte, lembrando que nos últimos anos se tem registado uma redução anual de efectivos de cerca de um por cento.
«Tal como se registaram saídas, também houve entradas de novos colaboradores. Não vamos despedir. Estes ajustamentos foram e serão sempre efectuados no estrito respeito dos princípios legais em vigor. Será sempre um processo por acordo mútuo entre o colaborador e a Vodafone», acrescentou.
Caso haja acordo, sublinhou a fonte oficial da Vodafone, a empresa «respeitará sempre os direitos do colaborador e, inclusive, procurará apoiá-lo na busca de novas oportunidades».
A mesma fonte afirmou que a Vodafone «nunca desencadeou reduções massivas dos seus quadros de pessoal, procedendo antes a uma análise contínua da adequação das suas estruturas às exigências da sua actividade e aos desafios do mercado em que actua».